Archiv der Kategorie ‘pensamentos‘

 
 

Coluna do G1

23. abril 2010 • Kategorie: globo.com, pensamentos, tecnologia • Kommentare: 0

Curtos e breves.

Assim penso nos três anos que fui colunista do G1. Recordo da ligação do Tabajara perguntando se eu estava afim de escrever uma coluna no lugar dele, claro que aceitei e pouco depois a Juliana Carpanez me ligou e fechamos 2 colunas semanais, uma com novidades e outra onde responderia dúvidas de leitores.

Tive, ao longo destes 3 anos pouquissimas pausas nas publicações, mesmo nas festas de fim de ano existiu pelo menos 1 coluna publicada. Férias? Só um periodo de 2 semanas já agora no finalzinho.

Mas, nem tudo é para sempre. Eu sabia que um dia algum dos lados iria propor o fim da parceria. Só  não imaginei que eu seria este lado.

Parei com a coluna por um motivo simples: Recebi uma proposta do iG de trabalho, proposta esta irrecusável. Não é um trabalho de colunista ou na redação, e sim em TI. Algo que sempre foi minha principal atividade e fonte de renda.

Por este motivo tive que parar com a coluna do G1, triste, pois adorava escrever e ver a reação das pessoas. Mas tenho certeza de um bom trabalho e de que ajudei muita gente. Isso não tem preço.

Agradeço a todos do G1 que sempre me acolheram, ajudaram, criticaram e elogiaram. Agradeço a todos os leitores que comentaram ou “só” acessaram alguma das centenas de colunas que publiquei.

Vou deixar de escrever? Não. Logo lançarei um espaço que irei compartilhar com alguns colegas de TI para falar de tecnologia e internet para quem é da área e, claro, para quem não é.

�? isso.

Frequentadores da Paulista, a união faz a força!

26. fevereiro 2009 • Kategorie: opinião, pensamentos • Kommentare: 2

No começo de fevereiro fui assaltado na Avenida Paulista.  22:30 na saida do MBA. O bandido estava de bicicleta, e na passam levou meu celular. De brinde transformou meus óculos em um metal e minha orelha ardendo.

Só me dei conta do que estava acontecendo segundos depois, vendo-o longe a toda velocidade com meu celular na mão.

Depois disto comecei a reparar e, são sempre 3 “ciclistas”, andando de um lado a outro da Avenida, esperando alguem atender o telefone para rouba-lo.

Semana passada, voltando da faculdade onde leciono eu estava destraido reparando que reformaram a Drogaria São Paulo da esquina da Rua Pamplona. Andei uns 10 metros pensando: “? a concorrência da Onofre” quando ouço o grito de duas garotas. Olho a frente e passa a uns 5 metros, no meio fio um cara de bicleta com um celular na mão. A frente, duas garotas atonitas, sem entender direito o que havia acontecido.

Chega a ser ridículo pensar em ligar na polícia, pois tenho certeza que nada será feito. Como não foi feito na ocasião do assalto que sofri, como também no dia das duas garotas e todos os demais dias onde diversas pessoas são assaltadas na avenida.

A Paulista é um marco histórico da cidade, é um lugar importante e movimentado durante as 24 Horas do dia, ao longo de pelo menos 99,9% dos dias do ano. Como podem esses caras agitem assim, impunemente. Quando fui à delegacia fazer o B.O. do roubo, o escrivão disse que estes caras “desovam” os telefones ali na Bela Vista, nas ruas próximas ao Bixiga.

Isso ele não disse, mas certamente é naquela esquina da Rua Santo Antônio, logo acima da Vai-Vai, onde ficam diversos traficantes vendendo drogas. Todos sabem deles ali, mas nunca ninguém faz nada.

Eu adoraria ver esses covardes que roubam celular na paulista presos. Mas, contar com o poder público parece utópico, O que resta? Parar de falar no celular na Paulista? Eu parei. Ridículo. Patético, mas é o que resta.

Na verdade, o que me resta é o desejo de indignação, é o desejo de ação. De fazer algo para resolver esta situação. Não só dos covardes da paulista, mas de todos os covardes que nos roubam nos semáforos da vida, não importa se estão a pé, de moto ou bicicleta. São todos covardes. Fracos, incapazes de lutar pela vida e para ter o que se quer ter.

Meu pai não me deixou dinheiro. Nunca me deu luxo. Mas me ensinou o português dos nobre e a matemática dos justos. Me ensinou a batalhar todos os dias pela conquista, que estes covardes querem levar “de graça”.

Irão continuar levando, enquanto formos igualmente covardes e nos curvamos perante este tipo de situação.

Vamos fotografar, filmar  e denunciar estes covardes da paulista. Vamos colocar a Policia para trabalhar e prender estes marginais.

Vamos recriminar e denunciar quem consome estes produtos roubados. Quem quer ter um celular caro, mas é esperto e não quer pagar o preço que cobram, consomem o roubado por ser acessível. Afinal, só há roubo pois existe demanda. Existe quem compra, se alguem compra, eles roubam.

Vamos para de falar, e agir. Avante Paulistanos. Por uma cidade menos covarde!

pizza hut fail

06. fevereiro 2009 • Kategorie: pensamentos • Kommentare: 5

Hoje eu tentei almoçar na Pizza Hut da rua Amauri.

Sem muitas palavras, basta ler o que acabo de mandar para eles por email:

Prezados Srs.

Hoje (06/02/2009) fui a loja da rua Amauri com meus colegas de trabalho para almoçarmos. Chegamos as 12:25 e as 12:30 estávamos sentados a mesa aguardando o pedido que minutos antes havíamos feito. 1 pizza e uma entrada. A entrada veio em um tempo razoável, cerca de 15 minutos. Contudo a pizza teimava em não ser servida. Uma hora e cinco minutos depois de sentarmos a mesa, nada da Pizza, desci atrás da gerencia, pois não adiantava mais pedir aos funcionários que chamasses seu superior. Encontrei um gerente se desculpando em meio a outros dois clientes se queixando da demora, olhando a minha volta, a imensa maioria das mesas sem as tradicionais pizzas do estabelecimento. Eis que o gerente diz a outro cliente: ??Nosso formo apresentou problemas: ???Estava travado???. Ao ouvir isto relembrei as outras inúmeras vezes que precisei acionar o gerente da loja por atraso na pizza, no refrigerante e o ridículo dia em que foi cobrado da mesa o pedido de catchup feito por um dos colegas.

Falei, de forma certamente ríspida, ao gerente que em nenhum momento avisou os clientes de que ele não tinha capacidade de entregar os pedidos por conta do problema com o forno. O que seria uma atitude correta e profissional por parte dele. Ao contrario, tomou uma atitude amadora, covarde e absurda de se omitir e nos deixar plantados as mesas, sendo enganados por seus funcionários com a patética desculpa de ??já vai sair sua pizza Sr.?.

Deixei claro a ele que julgava a postura dele totalmente amadora e, quando ele me disse que era um freqüentador da casa salientei que ele sabia disto por me ver reclamando outras vezes.

Eu sempre achei injusto sair de um restaurante sem pagar ao menos as bebidas que foram servidas, mas hoje não. Informei ao gerente que chamaria meus colegas para irmos embora, e não iria pagar por nada que foi consumido. E efetivamente não paguei, pois joguei fora minha uma hora de almoço a qual tenho acordado em minha empresa, e não vi a menor possibilidade de comer naquele lugar.

Não sei como é o padrão Pizza Hut de qualidade no atendimento, pois só conheço esta loja e seria injusto generalizar, contudo tenho certeza de que esta loja da Amauri tem o pior atendimento de qualquer restaurante que eu já estive.  Faz-me crer ?? ou apenas pensar – que a empresa não toma qualquer atitude pelo simples fato da loja viver cheia, então é lucrativa e por tanto por que ter custo de treinamento e qualificação da equipe.

Registro aqui e agora que nunca mais colocarei os pés em qualquer loja da rede Pizza Hut e recomendarei fortemente a todos que conheço faça o mesmo.

Sou consultor dentro do iG, cliente de vocês e que fica na frente da Pizza Hut. Este relato será enviado a todos que conheço dentro desta empresa. Irei publicar este texto em minha página pessoal na internet e também enviar aos veículos de mídia.

Sem mais para o momento.

um dia para não esquecer.

07. julho 2008 • Kategorie: opinião, pensamentos • Kommentare: 9

Sábado, 05 de Julho de 2008.

Sabe aquelas pessoas que não tem inimigos? Compartilham o único pão que tem com quem tem fome? Aquelas pessoas onde a honestidade vem antes dos desejos? Aquela pessoa que ama a natureza de tal forma que o melhor lugar para se estar é no meio do mato? Aquele pai que deu aos filhos o que há de mais precioso e que dinheiro nenhum compra? Sabe aquela pessoa rígida com seus princípios, rígida com sua conduta e ciente de estar fazendo o melhor para os outros antes de fazer para si?

Esta pessoa para mim tem nome, chama-se Jurandyr Panissi. Com Y mesmo, caprichos de escrivão lá em idos de 1935 quando nasceu na cidade de Uchôa – interior de São Paulo. Era um bela quinta-feira, dia 26 de dezembro.

Ali nasceu um menino franzino, aos 7 meses de gestação. Filho de Sebastiana, descendente de nordestinos, mulher forte, batalhadora, matriarca de uma família grande. Muitos filhos, pouco dinheiro, mas muito amor e força para dar. Filho de Silvio, descendente de italianos. Homem forte, rígido e disciplinador. Ensinou os filhos os valores do trabalho e da terra. Os ensinou a serem homens de bem e de coragem.

Em meio a eles, o pequeno Jurandyr, serelepe que só ele. Trabalhar era a mesma coisa que brincar. Era esforçado, mas não perdia a oportunidade de correr, subir em arvores ou sair em disparada com uma das mulas usadas por seu pai na construção da rodovia Washington Luis.

Já moço, veio para São Paulo, depois de serpentear este interior, sempre trabalhando e se divertindo. Chegando aqui trabalhou na construção civil, e em uma de suas obras, a construção de um edifício na Al. Itú, conheceu uma linda mineira, de nome diferente, a Delminda, ou para quem a conhecia, simplesmente Dedé.

Começaram a namorar, e como inspiração a longevidade que teriam em vida, namoraram por 7 anos. Casando-se quando já tinha 40 anos de idade. Mostrou como aproveitar a mocidade, agora era um pai de família, pois logo no ano seguinte veio sua primeira filha, Flávia. Garota brincalhona e criativa, que desde criança mostrou um talento natural para as artes e para a amizade.

Depois veio certo rapaz, Fernando, de quem não irei falar.

Jurandyr não era perfeito. Mas para os filhos ele o foi. Foi na hombridade de reconhecer seu vício pelo álcool e acreditar que uma injeção de soro, que nada de medicinal tinha iria curá-lo do vicio. E se curou, por ele e para a família. Ensinou ali a todos a força da determinação e da vontade.

Ensinou que a vida é uma construção, e precisa de uma base sólida, de princípios e determinações.

Ensinou que o rico não é diferente do pobre, tão pouco o branco é do preto. Mostrou que todos devem ser tratados de forma igual.

Sem nunca ter lido um livro, ensinou de que devemos servir para sermos servidos. Ensinou a matemática dos justos, e o português dos nobres.

Jurandyr foi mais que um homem que passou pela Terra. Foi um pai que deu a vida a família e aos filhos. Soube viver cada dia. Feliz ou triste de sua vida. Soube aproveitar o que tinha. Sonhar com o que queria e não sofrer pelo que não iria ter. Até isto ensinou.

No dia 5 de Julho ele partiu. Descansou em fim depois de 72 anos de ensinamentos. Deixar registrada suas últimas palavras é a coisa mais difícil que alguém pode fazer, mas é importante deixá-las, para isso, deixarei o discurso histórico e falarei em primeira pessoa.

Estava eu no CTI do hospital, segurando as mãos de meu pai, que me olhou e disse:

??Filho, isso aqui é muito difícil… Mas vá com Deus e eu te amo?.

Apenas consegui segurar sua mão e beijar sua face dizendo: ??também te amo pai, tenha muita força, pois precisamos de você.?

Foram as últimas palavras nossas que ele ouviu, e foram as últimas que dissera a um de seus rebentos e esposa.

As 19:30 ele se foi. Não nos deixou, pois estará sempre em nossos corações.

Obrigado a todos que, como eu, o amaram. Obrigado a todos que pensaram ao menos 1 segundo de suas vidas nele. Seja em vida, seja agora que está em espírito junto a nós.

Força pai! Tenha certeza de que cumpriu seu papel de pai. Fez um homem de bem e de princípios. Muito obrigado por tudo. Só posso finalizar assim:

MUITO OBRIGADO.

o que vem depois?

28. maio 2008 • Kategorie: amenidades, pensamentos • Kommentare: 0

Gastei muito tempo da minha vida convertendo os meus CDs em MP3. Aliás, não só os meus, os da Denise também. Nunca fui viciado em baixar músicas, praticamente todas as minhas músicas vem de CDs meus e da Denise, e o acervo é bem grande.

Com esse monte de músicas, vivo montando listas de reprodução, acho que devo ter mais de 50 montadas. Todos os dias uma das primeiras coisas que faço é selecionar uma para o dia… Muitas vezes mudo a seleção de acordo com o momento do dia, ou o que está acontecendo.

Reparei que estava ficando refém destas listas. Todos os dias, meio que por obrigação, devo selecionar o que ouvir.

Eu quase não ouço rádio. Eventualmente no carro com a Denise,. Em casa é muito difícil, pois o som não sabe o que é estar ligado na energia elétrica tem um bom tempo.

Mas depois das minhas musicas em MP3 e da liberdade de selecionar o que quero ouvir, na hora que quero ouvir, sem interrupção ou comerciais me agradou de tal forma que me tornei refém. Refém da liberdade, olha que paradoxo!

Na segunda-feira, me veio um estalo – tosco. Abri o site da KissFM, pois é a rádio que mais gosto aqui de sampa, depois que fiquei fã da 89FM e também pelo Zappa que foi o cara que me apresentou a Kiss mesmo antes delas surgir.

Minha idéia era abrir a rádio on-line deles, e reparei que eles tem streaming por tudo que é meio, até via WinAMP, o que é uma maravilha.

Desde segunda eu só ouço eles. A velha sensação de não saber que musica vem depois, a liberdade de não me preocupar em escolher me deixou muito feliz. Sentimento super estranho para quem parou de ouvir rádio justamente pela liberdade de escolha.

Várias músicas que não ouvia a muito tempo, pelo simples fato de não ter MP3 daquela determinada banda… é uma sensação muito boa.

Pensando nestas coisas é que me faz crer que a tecnologia e a personalização que vem sendo a tônica dos novos serviços on-line da grande rede ainda perde espaço para um modelo passivo, onde você é mero espectador do que acontece.

O que vem depois de tanta tecnologia e personalização? O desejo quase nostálgico de ser mero passageiro… e é o que estou sendo agora.

Depois volto as minhas MP3, elas são importantes, fazem parte.

passa rápido.

05. maio 2008 • Kategorie: globo.com, opinião, pensamentos • Kommentare: 0

2 de maio.

No dia 2 de maio de 2007 entrou no ar o texto Bê-a-bá do PC, o primeiro de 111 textos publicados no site G1.

Parece que foi ontem, o friozinho na barriga e o receio de rejeição por parte dos leitores, mas o resultado foi oposto, o post foi bem recebido por todos, aliás esta é a tônica dos comentários no blog desde sua estréia, o que me deixa muito, mas muito feliz. Em um mundo onde as pessoas adoram criticar, de forma agressiva e desrespeitosa, consigo manter um canal em um dos maiores portais do país onde a imensa maioria dos leitores tece muitos elogios. E não é uma questão de filtro, de não deixar publicar as críticas, elas são realmente poucas e são sempre publicadas.

Minha responsabilidade neste cenário é sempre maior, pois é difícil agradar a maioria. Felizmente venho conseguindo isto, basta ver os comentários dos leitores.

Bom, é isto. Queria compartilhar minha felicidade com este ano vencido, e meu censo de desafio pelo ano que está por vir.

Fui!

Gestão Kassab diz que ação orquestrada prejudica trânsito de SP

28. março 2008 • Kategorie: opinião, pensamentos • Kommentare: 0

A prefeitura de São Paulo anunciou a alguns dias que faria uma série de obras na cidade para amenizar os gravíssimos  problemas de transito que afetam todos os paulistanos. Disse, mas não elencou as 140 rotas alternativas para as pessoas fugirem do transito. Falou em diversas obras, mas não vi lista de obra alguma. Aliás, quem souber destas lista, me mande, estou curioso para conhece=la.

Agora o prefeito e outras pessoas ligadas a administração municipal criaram a pérola que ações orquestradas pioram o transito da cidade para prejudica-los nas próximas eleições. Fazia tempo – acho – que não  ouvia uma afirmação tão patética como esta. ? ofender a inteligência das pessoas, e agredir a quem todos os dias leva horas para percorrer trechos que deveriam levar minutos.

Eu moro próximo ao trabalho. Percurso que, pela manhã, faço em 15 minutos, e de ônibus, devido ao ao corredor. A noite este mesmo percurso não leva menos de 40 minutos, isso sendo otimista. Já levei 1:30 para percorrer o mesmo itinerário. Como ele pode dizer que são ações orquestradas de queimar pneus lá na M’boi Mirim que param o transito? Patético.

Votar neste cara? Aliás, diretamente ninguém votou nele. E se continuar nesta tocada, ninguém deve votar mesmo.

Não entendeu nada do que estou falando? Leia:  Gestão Kassab diz que ação orquestrada prejudica trânsito de SP (fonte: Folha On-line/UOL)

Solidariedade a Paulo Henrique Amorim, após demissão do iG

19. março 2008 • Kategorie: opinião, pensamentos • Kommentare: 0

Uma das minhas leituras diárias é o blog do Mino Carta, hospedado até então no iG. Fiquei boqueaberto com o seu último post, denominado O último post, onde ele diz que o blog dele dentro do iG acabou por conta da unilatereal e abrupta ruptura de contrato do iG com o Paulo Henrique Amorim. Imediatamente fui ver as noticias de hoje do Conversa Afiada, site no PHA no iG, e o site estava fora do ar. Removido sumariamente. Colhendo informações por blogs de fontes fidedignas como o Blog do Azenha e também no Blog do Noblat acabei por ter uma vaga noção do que aconteceu.

Fiquei assustado com a forma que foi feito. Como não tenho a versão completa do ocorrido, e se tiver serão duas visões, a do iG e a do PHA, nunca saberei a fundo o que realmente aconteceu, mas posso afirmar que a forma foi totalmente descabida. E descabida com quem menos tem culpa: o leitor. Muitas pessoas lêem o Conversa Afiada, eu inclusive, e o site ser removido sem qualquer explicação, simplismente desaparecer é totalmente agressivo. Ao acessar o endereço, é direcionado para uma página de 404 – page not found.

Notem, não critico a saída do PHA do iG, pelo contrário. A vida e os negócios são, e precisam ser, mutáveis. Ir e vir faz parte do caminho natural, tanto no meio jornalístico quanto em qualquer outro meio. Critico a forma e tão somente a forma com que foi feito.

Andando pelos blogs, acabei achando o novo endereço do PHA que é http://www.paulohenriqueamorim.com.br/ , pela aparecia do site, feito as pressas para abrir o espaço, dando a nítida impressão de que ele não esperava tal fato e foi comunicado de uma hora para outra.

Eu, através da consultoria que sou contratado, atendo ao iG, inclusive já arrumei problemas no próprio site do PHA, e algumas vezes o vi no iG nas reuniões que fiz por lá. E pelo que conheço das pessoas de lá, e também pelas características do portal, fiquei totalmente sem palavras com esta atitude.

Tenho pudores em falar do iG, por uma questão ética e profissional, mas não poderia deixar passar este fato em branco. Estes pudores também se aplicam ao fato de ter contrato com a Globo.com e escrever para eles. Trato isso de uma forma muito distinta e reservada. Mas não resisti a este fato. Emito aqui minha opinião e solidariedade ao Paulo Henrique.

Ele é um ótimo jornalista. Vem mantendo textos diferenciados da grande mídia e, como muitos afirmam, textos governistas. Mas o vi também por diversas vezes fazer criticas ferrenhas a fatos e personagens do governo.Acredito que toda a unanimidade é, via de regra, burra. Acho imprescindível termos acesso a opiniões e pontos de vista diferentes e contraditórios. Eles nos ajudam a melhor formar nossa opinião. PHA é justamente isto, um discurso destoante dos grandes veículos de comunicação. Continuarei lendo-o, como leio a Globo.com, como leio o UOL e também o Ultimo Segundo. Tendo acesso a apenas um ponto de vista, você não forma opinião, apenas se torna papagaio das idéias de outrem. Conhecer diferentes pontos de vista, diferentes interpretações de um fato, nos faz ter mais base para formarmos nossa opinião.

Por fim. Falta saber onde estará o blog do Mino daqui para frente. Não quero ficar dependente de ler seus textos apenas um vez por semana em Carta Capital. No blog ele é mais ele. Mais leve, mais solto. Não dá para comparar.

Fim da Era Fidel

20. fevereiro 2008 • Kategorie: opinião, pensamentos • Kommentare: 0

O fim da Era Fidel foi amplamente coberto pela imprensa.   A imensa e esmagadora maioria mostrando a ilha de Cuba sob a ótica dos EUA e maximizando o lado ditatorial de Fidel e seu regime político, social e econômico.

Eu acredito que o mundo conhece Fidel e que Cuba é do jeito que é por culpa dos EUA e da forma que, para defender seus ideais, minaram e boicotaram qualquer tentativa de crescimento da ilha.

Sinceramente, nunca fui a Cuba. ?ão conheço, o que posso falar é o que fala quem foi para a Ilha. Falam muito bem, sob uma ótica de país engajado no equilíbrio social. Com educação, saúde, moradia e esportes acessíveis a população. Estatísticas colocam os níveis de ensino, saúde pública melhores que a grande maioria do mundo capitalista.

De tudo que li sobre o assunto hoje, o que mais me chamou a atenção foi um texto escrito pelo jornalista esportivo Flávio Gomes em seu blog. Visito-o para ver carros antigos e ler sobre esportes a motor. Porém seu texto sobre a saída de Fidel do comando de Cuba é espetacular e merece ser amplamente divulgado. Uma visão destoante do americanismo e anti-socialismo que vemos em larga escala pela imprensa. Sob  o título GIRA MONDO, GIRA (TER?A) existe um texto leve, gostoso de ler e escrito com a parcialidade de quem enxerga em toda esta parcialidade pró-americana um verdadeiro atentado ao que Cuba realmente é.

Vale a leitura.

“deleta esta irmão”

18. janeiro 2008 • Kategorie: amenidades, pensamentos • Kommentare: 1

Uma das coisas divertidas da web colaborativa e conseqüentemente de toda a blogosfera são os comentários deixados pelos leitores nos blogs.

Discussões, frases de impacto. Erros grotescos de português. Tudo muito divertido. Hoje eu estava lendo uma noticia lá no blog da redação do G1 , que fala de um anel que troca informações entre as pessoas com um simples aperto de mãos. O criador diz que é para trocar cartões de visita.

Não importa se é um troço sério ou apenas uma das milhares de invenções que vão para o limbo. Os leitores colocam pérolas nos comentários que são hilárias. Um deles falou “my precious?” outro “(..) Sem anel nenhum já clonam tudo q a gente tem, imagine com este anel satânico! Deleta esta irmão”.

Deleta esta irmão? hahaha.. é uma frase para virar giria. Um amigo fala uma babagem para você, e sua resposta: deleta  esta irmão. O flanelinha vem pedir para guardar seu carro, e você: “ou, deleta essa irmão”. Hilário.

Outro dia eu escrevi sobre web 3.0, e nos comentário surgiu a pérola “Web 3.0? Tá atrasado hein !!! Meu Internet Explorer já é o 7 !” Até outros leitores fizeram piada com esse comentário.

Ah, não estou falando mal dos leitores, apenas  extraindo um pouco de diversão desta interação que existe. Que venham comentários sérios, criticas, sugestões. mas no meio, sempre, sempre, sempre um hilário! para alegrar quem lê e divertir quem escreve. Aliás, na web colaborativa, não existe só quem escreve e só quem lê. Não é verdade? :)

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